Conforme o blog informou, ontem o sindicato se reuniu com o prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) para defender o reajuste de 10% aprovado pelos servidores (as) em assembleia. Na reunião estiveram presentes também o secretário de Recursos Humanos Gilmar Benkendorff e o secretário da Procuradoria Geral do município Luiz Manzato.
O prefeito se manteve irredutível em sua "proposta", apenas o índice da inflação de 4,66%, o sindicato permaneceu firme na certeza de que pela análise dos números é possível sim avançar no reajuste que a categoria aprovou. Após muito debate Pupin se comprometeu verbalmente a se reunir com sua equipe para conversar.
Portanto, em face desta inércia da administração os dirigentes solicitaram que haja uma resposta por escrito em forma de ofício a ser encaminhada ao SISMMAR ainda na tarde de hoje, para que de posse deste documento os (as) trabalhadores (as) decidam o que fazer diante da resposta do Executivo. No entanto, Pupin, tampouco, não se comprometeu com o sindicato a enviar o documento.
Servidores e servidoras, já não resta mais dúvidas quanto a postura da administração. Enxergamos por meio desta atitude que esta gestão pouco se preocupa com os trabalhadores (as). O prefeito já conhece a resposta da categoria e sabe que ela está insatisfeita com a mísera "proposta" feita por ele.
Conforme deliberado, TODOS (AS) os (as) vereadores (as) estão CONVOCADOS, por ofício entregue nesta semana, a participar da assembleia logo mais às 18h (1ª chamada) no Plenário da Câmara Municipal. Não resta outro caminho senão nos mobilizar e fazer valer os nossos direitos. Pedimos que a categoria esteja presente em massa permanecendo firme na sua convicção do reajuste de 10%. Vamos à luta!
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quarta-feira, 19 de março de 2014
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Plano Nacional da Educação (PNE) é aprovado na CCJ
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Texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça
(CCJ), segue agora para a Comissão de Educação, Cultura e Esporte, (CE) antes de ser votado em Plenário |
Assessoria com informações da Agência Senado
O Plano Nacional de Educação(PNE) avançou mais uma fase no
Senado. Aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) na quarta-feira,
25, o texto exige a destinação, no período de 10 anos, de pelo menos 10% do
Produto Interno Bruto (PIB) para a educação. Agora a matéria deve ser examinada
pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), última etapa antes de ser
votada em Plenário.
Encaminhado pelo governo, o projeto – que tramita no Senado como
PLC 103/2012 – possui 14 artigos e 20 metas. O plano tem duração prevista de 10
anos. Entre as principais diretrizes, estão a erradicação do analfabetismo e a
universalização (garantia do acesso) do atendimento escolar.
Alunos especiais
Um dos pontos que dificultava a aprovação da matéria na CCJ,
era o impasse com relação à meta 4, que estipulava a inclusão de alunos especiais,
com idade entre 4 a 17 anos, no ensino público regular. O conflito surgiu após
a tramitação do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), onde o texto
sofreu modificações antes de ser aprovado.
Nesta fase foi incluído o corte, até 2016, dos repasses
federais a entidades como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais
(Apae). Após negociações com o Ministério da Educação e as entidades, o relator
do projeto e presidente da CCJ, senador Vital do Rego (PMDB-PB), chegou ao
texto aprovado na quarta-feira, retirando este trecho da proposta.
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