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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Campanha salarial 2014 da Fessmuc

Nesta segunda-feira, 18, foi realizada em Curitiba a reunião da Federação dos Sindicatos dos Servidores Municipais CUTistas (Fessmuc). Na ocasião foi deliberado que o lançamento da campanha salarial dos servidores municipais unificada de 2014, será realizada no início de fevereiro, na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), por meio da Frente Parlamentar em Defesa do Serviço Público, que tem como presidente o deputado estadual, Tadeu Veneri (PT).

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Lideranças se posicionam contra o PL 4330

Nesta segunda-feira, 16, em audiência pública no plenário da Assembleia Legislativa do Paraná, (Alep) lideranças das centrais sindicais, autoridades jurídicas e representantes da sociedade civil organizada demonstram sua insatisfação ao Projeto de Lei 4.330/2004. O PL é de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), e amplia a cobertura a serviços terceirizados em empresas públicas e privadas.

Precariedade do trabalho, riscos à segurança, saúde e vida dos trabalhadores (as), fim do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e custos sociais como a ampliação do pagamento de seguro desemprego, atentado à representação sindical entre outros, demonstram, efetivamente, o retrocesso que este projeto de lei pode causar no Brasil.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Casa, deputado estadual Tadeu Veneri (PT) apresentou durante a audiência, moção de repúdio ao Projeto de Lei, que aprovado em plenário será encaminhado ao Congresso Nacional.

A Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos Municipais Cutistas do Paraná (Fessmuc), também esteve presente neste ato. Representando a presidente da FESSMUC Cibele Campos, o vice-presidente Valter André apoiou a moção em nome de todos os servidores públicos municipais e do SISMMAR.



terça-feira, 13 de dezembro de 2011

"Não" a terceirização dos serviços públicos


No início deste mês, a Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) votou o repasse de serviços do Estado na área da saúde e da cultura para Organizações Sociais (OSs). Ou seja, o serviço público de saúde que hoje conhecemos seria terceirizado, o que prejudicaria o atendimento ao usuário e além de tudo poderia facilitar a corrupção dentro do governo. O projeto foi enviado pelo Executivo e votado em apenas 14 dias. Não houve audiências públicas ou grandes debates na Assembleia.

A oposição na Alep, liderada pelo deputado maringaense Enio Verri (PT), votou contra a terceirização dos serviços públicos. Foram 8 votos, dos deputados Luciana Rafagnin, Elton Welter, Tadeu Veneri, Professor Lemos, Péricles de Mello e Toninho Wandscheer, do PT, e Rasca Rodrigues, do PV contra os demais 40 representantes da Assembleia.