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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Sama deixa beneficiário na mão, outra vez

O aposentado Homério de Oliveira é mais um descontente com a limitada cobertura do Sistema de Atenção à Saúde dos Servidores do Município de Maringá (Sama). Ele fraturou o braço e aguarda, internado, por cirurgia no Santa Rita. O problema é que o Sama não cobre o procedimento e o hospital só faz a cirurgia, segundo a esposa do aposentado, por R$ 600.

Sem o dinheiro necessário e correndo o risco de ter de deixar o hospital com o braço fraturado, a família de Homério procurou, desesperada, apoio do SISMMAR. O descado lembra um caso recente. No começo do mês, tivemos de recorrer ao Ministério Público para garantir o atendimento à servidora atendimento à servidora Norma Dias Medeiros, que aguarda por cirurgia desde fevereiro e corre o risco de ficar com sequelas.

sexta-feira, 3 de junho de 2011

SISMMAR recorre ao MP para garantir cirurgia

Norma: dor e braço
imobilizado desde
o início de fevereiro
O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (Sismmar) recorreu ao Ministério Público (MP), na manhã de quarta-feira (1º), para garantir tratamento médico adequado a uma funcionária da Secretaria Municipal de Educação. Norma Dias Medeiros, 43 anos, fraturou o ombro em 8 de fevereiro e, desde então, aguarda procedimento cirúrgico.

A trabalhadora corre o risco de ficar com sequelas.

Norma se acidentou em casa e, por ser funcionária do município, foi encaminhada pelos socorristas do Siate ao Hospital Santa Rita. Norma não recebeu o atendimento necessário porque o Sama não cobre procedimentos de prótese. O SUS também não autorizou a cirurgia.


No particular, a cirurgia custa R$ 5.949,00, valor que extrapola em muito as condições financeiras de um trabalhador assalariado. “O Sama e o SUS não pagaram a cirurgia. Não tenho como pagar o valor dessa cirurgia”, diz Norma.