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terça-feira, 23 de abril de 2013

Em assembleia, servidores da Câmara rejeitam proposta de banco de horas

Os servidores(as) da Câmara Municipal de Maringá rejeitaram – com apenas uma abstenção – a proposta do projeto de lei que iria instituir o banco de horas para os trabalhadores do Legislativo. A assembleia aconteceu na noite de ontem (22), no Plenarinho da Casa de Leis.

De acordo com os servidores, existem problemas mais importantes a serem resolvidos, como a falta de pessoal e trabalhadores atuando em disfunção. O ideal seria ter número suficiente de trabalhadores. Com isso, não haveria sobrecarga de trabalho nem mesmo gasto excessivo com horas extras.

Na assembleia, os servidores(as) comentaram que estão dispostos a negociar uma foma efetiva de controle da jornada de trabalho. Há setores com apenas um servidor. Nesses casos, como é possível não gerar horas extras excessivas no setor se a Casa de Leis, na gestão do presidente Ulisses Maia (PP), passou a abrir as portas durante o dia todo.

Além da questão do banco de horas, foram levantadas outras pautas, como a necessidade de avaliação ergométrica dos equipamentos utilizados pelos servidores(as). Muitas das cadeiras utilizadas, por exemplo, não seriam apropriadas para quem passa o dia todo diante do computador.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Sindicato alerta sobre hora extra

O Sindicato alerta para que os(as) trabalhadores(as) não realizem mais que 80 horas extras por mês, pois por recomendação do Tribunal de Contas desde janeiro deste ano a administração só paga até 80 horas extras mensais.

Na Guarda Municipal as escalas de janeiro e fevereiro foram feitas com número de horas extras superior a 80, no entanto a administração só está pagando o limite orientado pelo Tribunal de Contas. Com isso, as demais horas trabalhadas só serão pagas nos próximos meses.