Dirigentes do SISMMAR acompanharam, na terça-feira (16), a perita da Justiça na verificação dos locais de trabalho para emissão de novos laudos de insalubridade. Desta vez, foram visitados setores da Sasc. O sindicato vem acompanhando de perto esse trabalho.
Na terça, foram visitados o Ciaca Alvorada, o Conselho Tutelar Zona Norte e o Creas População de Rua. Hoje, o SISMMAR acompanhará a perícia no Conselho Tutelar Zona Sul e na Escola Municipal Laura Rebouças (TEMM).
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quarta-feira, 17 de outubro de 2012
terça-feira, 3 de julho de 2012
Administração Barros 'dá um tempo' antes de demitir servidora com sequela
Conforme previsão do SISMMAR, feita há quase um ano, a servidora Norma Dias Medeiros foi demitida. Ela ficou com sequelas no ombro, decorrente de lesão por falta de assistência do Sama. A administração municipal esperou a "poeira" baixar antes de pôr a servidora no olho da rua.
Na época em que Norma ficou sem a devida assistência do Sama, o SISMMAR alertou as secretarias de Administração e da Saúde sobre o problema, mas nada foi feito em prol da trabalhadora. A administração Barros preferiu se livrar da servidora que, agora, fica sem emprego e com restrições de movimento para o resto da vida.
A administração abandonou a servidora, mas a postura do SISMMAR nesse caso será completamente oposta. O sindicato vai entrar com uma ação por danos morais, para que Norma seja indenizada pela falta, primeiro, pela falta de assistência do Sama; segundo, pelo descaso do atual governo.
| Norma: mandada embora depois de ficar com sequela no ombro |
A administração abandonou a servidora, mas a postura do SISMMAR nesse caso será completamente oposta. O sindicato vai entrar com uma ação por danos morais, para que Norma seja indenizada pela falta, primeiro, pela falta de assistência do Sama; segundo, pelo descaso do atual governo.
sexta-feira, 22 de julho de 2011
Perícia confirma: servidora ficou com sequelas
| Norma: drama após demora no atendimento so Sama |
Norma fraturou a região próxima ao úmero (ombro) direito em 8 de fevereiro de 2011 e, desde então, aguarda procedimento cirúrgico. A pedido da Justiça, perícia médica feita em 13 de julho constatou que Norma ficou com sequelas devido à demora no atendimento. Confira alguns trechos do laudo:
- como fragmento fraturado (tuberosidade maior) estava afastado a mais de 1 cm do seu local original, tinha indicação cirúrgica para sua correção;
- a fratura é de gravidade média e não complexa;
- o material adequado para esse tipo de fratura é a placa bloqueada e parafusos de bloqueio para evitar a soltura dos componentes;
- o SUS realiza esse tipo de cirurgia, porém, fornece um material totalmente ultrapassado, que coloca em risco o prognóstico da cirurgia;
- a obrigação do material adequado é do Sama, pois a autora [Norma] é servidora municipal;
- o ideal é que estas fraturas sejam operadas o mais cedo possível, pelo menos, nos primeiros 7 a 10 dias;
- passados mais de 5 meses, esta cirurgia inicialmente proposta, deixa de ser necessária, pois a fratura está totalmente consolidada;
- o fragmento fraturado consolidou fora do seu leito original (ficou mais alto);
- hoje, a autora [Norma] tem restrição dolorosa na abertura e elevação do braço direito a partir de 90°;
Fica a pergunta: e agora, que Norma ficou com sequelas, ela vai perder o emprego? Quem será responsabilizado? O SISMMAR cobra uma indenização satisfatória para que Norma possa sobreviver, apesar das limitações nos movimentos.
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