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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Pupin assume compromisso por escrito e paralisação do Samu é suspensa

Categoria conquista avanços, encerra paralisação,
mas mantém estado de greve
Em nova rodada de negociações nesta quarta-feira (10), por volta das 11 horas, o prefeito Roberto Pupin (PP) apresentou proposta ao servidores do Samu. Em assembleia, realizada no início da tarde, a categoria aceitou a proposta, com ressalvas, suspendendo a paralisação.

Em ofício entregue à comissão de negociação, formada por dirigentes do SISMMAR e socorristas, Pupin aceita a redução da jornada de trabalho – de 40 para 36 horas semanais (6 horas por dia) – dos teleatendentes e controladores de frota do Samu. Em busca desse benefício, o SISMMAR já havia ingressado na Justiça contra a Prefeitura.

Também formalmente, Pupin prometeu que o Samu será uma das três prioridades na revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR), que tem implementação prevista para novembro. As outras prioridades, elencadas pela comissão do PCCR (da qual o SISMMAR faz parte) e acatadas pela administração municipal, são:

- Incorporar ao salário base o abono de R$ 200, que já é pago a todos os servidores do município;
- Incluir as auxiliares de creche no PCCR específico do Magistério.

O compromisso de Pupin também inclui realização de melhorias nas condições de trabalho, como a compra de mais ambulâncias e local adequado para limpeza das viaturas, dentro do prazo acordado com o sindicato. Apesar do fim da paralisação, o estado de greve será mantido, o que significa que a greve pode ser deflagrada, novamente, caso o prefeito não cumpra com sua palavra.

Greve do Samu: cobertura da imprensa em fotos

Fora o equívoco de um colunista, que informou que 90% da categoria está parada (enquanto, na verdade, 90% aderiu à greve e em sistema de rodízio 50% mantém os atendimentos), os grevistas só tem a agradecer a cobertura da imprensa nesta paralisação. A grande maioria cobre os fatos com lisura e imparcialidade.

Abaixo, fotos da assessoria de imprensa do SISMMAR referentes à boa cobertura que os principais veículos de comunicação da cidade têm feito da greve.

Pupin nega valorização salarial e greve continua

Ao contrário do que tem divulgado um colunista do jornal O Diário, a greve do Samu segue de forma legal, respeitando (e pautada na) a lei. Fazer greve é direito previsto na Constituição.

Havia a expectativa pelo fim da greve. Contudo, na manhã desta quarta-feira (10), na primeira vez e que recebeu a comissão de negociação, o prefeito Roberto Pupin (PP) manteve o discurso de sua equipe de governo, negando qualquer aumento salarial. Diz o prefeito que se conceder reajuste a uma categoria terá de conceder a todas.


Leia mais sobre a greve do Samu.


Terceiro dia da greve do Samu teve passeata do
Paço Municipal até a Praça Raposo Tavares
 A negativa de Pupin inflamou a categoria, que segue com manifestos na frente do Paço Municipal e em alguns cruzamentos, no Centro da cidade. Uma pequena passeata foi realizada logo após a notícia de que o prefeito não concederia a gratificação.

O SISMMAR questionou por que o prefeito não apresentou qualquer contraproposta para ser levada à categoria? Pupin considerou uma avaliação nesse sentido e nova reunião foi agendada para as 11 horas, também no Paço Municipal. 

Greve do Samu: nota de esclarecimento sobre coluna de Edson Lima

O Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Maringá (SISMMAR) vem a público, por meio desta nota enviada à imprensa de Maringá e região, para prestar esclarecimentos em relação à coluna Dia a Dia, publicada nesta quarta-feira, 10 de julho, pelo jornal O Diário. O jornalista Edson Lima, talvez por falta de propriedade no assunto, tem levado a seus leitores informações incorretas acerca da greve. O jornalista comete inverdade ao afirmar que, segundo o Sismmar, 90% dos servidores do Samu estão parados. Nenhum dos releases enviados pelo sindicato à imprensa continha essa informação.

Ao contrário do que escreve o colunista, desde o início da greve, na segunda-feira passada, 50% dos servidores do Samu se mantém na ativa com duas unidades básicas e uma avançada. Mesmo com metade do efetivo parado por conta da greve, ainda assim o atendimento é superior às inúmeras vezes em que a Prefeitura de Maringá, por falta investimentos no setor, disponibilizou ao Samu apenas uma ambulância – enquanto as demais seguiam na garagem, sem condições de uso por falta de reparos.

Por falha de interpretação, Edson Lima ressalta em sua coluna que 90% dos servidores estão parados. Vale corrigir esse equívoco para que a população saiba a verdade. Fato é que 90% dos servidores do Samu aderiram à greve e têm se revezado para manter 50% do atendimento, em respeito à população maringaense. Diante da luta de quem salva vidas e ganha tão pouco, é crescente a manifestação de populares em apoio à greve.

A luta do Samu é justa. A equipe de governo do prefeito Carlos Roberto Pupin (PP) apresentou propostas para melhorar as condições de trabalho, porém, negando aumento salarial. Numa das prefeituras mais inchadas do Estado em cargos comissionados (CCs), funcionários sem concurso público recebem entre R$ 1.591 e R$ 10.600. Enquanto isso, a maioria dos socorristas do Samu tem salário base inferior a R$ 1.100. A categoria pede salário de R$ 1.400 ou como paliativo, até que o Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR) seja implementado, em novembro, o pagamento de mensal de gratificação no valor de R$ 450.

Vale lembrar o referido colunista de que o direito à greve é constitucional, previsto no artigo 9º da Constituição Federal e na lei 7.873 de 1989. O direito de o trabalhador fazer greve é fruto de luta histórica contra a ditadura militar por um estado democrático. Luta que custou a vida de inúmeros cidadãos perseguidos pela ditadura, entre os quais jornalistas. A atual diretoria do Sismmar, na defesa dos servidores municipais, aposta na união dos trabalhadores na busca por melhores condições de trabalho e salários dignos. O sindicato prima pelo diálogo, mas vê na greve a última alternativa na busca por avanços para a classe trabalhadora.

Em seu texto, nesta quarta-feira, Edson Lima ouviu apenas a versão de um dos lados da greve: a do prefeito. O Sismmar e a classe trabalhadora de Maringá, que estima o trabalho da imprensa na cobertura de movimentos sociais e a grande atenção dada a esta paralisação do Samu, esperam que o jornalista autor da coluna Dia a Dia tenha a dignidade de fazer a devida errata, com informações verídicas sobre a paralisação, em sua próxima coluna.

Greve do Samu: indignados com falta de bom senso de Pupin, trabalhadores fazem manifesto na Câmara

Manifesto do Samu na Câmara:
sindicato quer apoio dos
vereadores na greve da categoria
A greve do Samu entra em seu terceiro dia, nesta quarta-feira (10). Pupin não compareceu à reunião agendada para a tarde de terça-feira, no Paço Municipal, e mandou alguns de seus secretários dizerem ao sindicato que nenhuma forma de aumento será dada.

Nova reunião com Pupin foi agendada, veja aqui.

A resposta deixou ainda mais indignada a categoria, que em passeata partiu da frente do Paço para a Câmara Municipal, onde era realizada sessão ordinária. Diante do grande número de servidores do Samu presente ao plenário, o presidente da Câmara, Ulisses Maia (PP), concedeu 10 minutos na tribuna à presidenta do SISMMAR, Iraídes Baptistoni.


Em nome dos servidores municipais, Iraídes criticou a falta de bom senso da administração na negociação com os grevistas e cobrou apoio dos vereadores à luta dos socorristas do Samu.

Iraídes informou aos presentes – e também àqueles que acompanhavam a sessão pela TV ou internet – que socorristas do Samu recebem por mês apenas R$ 1.100 por dura jornada de 40 horas, enquanto cargos comissionados (CCs) ganham entre R$ 1.591 e R$ 10.600 – sem fiscalização quanto ao horário trabalhado.

terça-feira, 9 de julho de 2013

Pupin não comparece à reunião e greve do Samu entrará em seu terceiro dia

Faltou bom senso ao prefeito Roberto Pupin (PP) diante da greve do Samu. Na reunião realizada no final da tarde desta terça-feira (9), novamente, o prefeito enviou alguns de seus secretários para dizer à comissão de negociação – formada por dirigentes sindicais e socorristas – que não dará qualquer aumento, seja em folha ou em forma de gratificação, até a implantação do PCCR.

Leia mais sobre a greve do Samu.

A comissão dos trabalhadores não aceitou a negativa vinda do grupo de secretários, pois na segunda-feira havia sido combinado que Pupin receberia a categoria. Se Pupin é o prefeito diplomado será ele a receber a maior parte das críticas durante essa paralisação. Então, os trabalhadores em greve exigem ser recebidos pelo próprio prefeito.

Uma nova reunião, entre a comissão formada para a mesa de negociações e a administração municipal, foi marcada para a manhã de quarta-feira (10), no Paço Municipal. Pupin informou que estará presente. A greve, portanto, entrará em seu terceiro dia.

Em greve, Samu mantém manifestos na frente do Paço

Servidores(as) do Samu tornam a fazer manifesto, diante do Paço Municipal, na manhã desta terça-feira (9). O segundo dia da greve da categoria, organizada pelo SISMMAR, começou com concentração dos trabalhadores, às 7h30, na esquina do Hospital Municipal.

Segundo dia da greve: concentração antes
da carreata até o Paço Municipal


Pouco depois das 8 horas, os trabalhadores partiram pelas avenidas Gastão Vidigal e Brasil até o Centro da cidade, concluindo a carreata defronte o Paço Municipal. A categoria espera que a administração  tenha o bom senso de manter as negociações, iniciadas na tarde de segunda-feira, apresentando proposta concreta de avanço salarial.

Leia mais sobre greve do Samu

Nunca é demais lembrar que, enquanto cargos comissionados (CCs) recebem até R$ 10.600 por mês, a maioria dos socorristas recebem salários inferiores a R$ 1.100,00. A categoria reivindica, pelo menos, aumento salarial para R$ 1.400,00.

Se Pupin não valorizar, manifestos no Paço vão continuar!
Cadê Pupin?
A comissão formada por dirigentes do SISMMAR e socorristas quer encontrar o prefeito Roberto Pupin (PP) na mesa de negociação. Ontem (8), ao receberem a comissão, secretários municipais alegaram que precisariam consultar o prefeito antes de conceder a gratificação cobrada pela categoria.

Depois de ouvir do secretário da Fazenda, José Luiz Bovo, que a Prefeitura não concederá qualquer aumento antes da revisão do PCCR, previsto para novembro, e que melhorias nas condições de trabalho podem levar 90 dias para acontecer; a categoria cobrou pagamento imediato de R$ 400 para todos os servidores do Samu - enquanto o PCCR não sair do papel.

Até que Pupin apresente aos servidores uma proposta positiva quanto à gratificação, a greve será mantida com uma série de atos, entre os quais panfletagem à população e apitaço diante do Gabinete do prefeito.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Greve do Samu: categoria pede gratificação de R$ 450


A reunião no Paço Municipal, para tratar da greve do Samu, terminou por volta das 15h30 desta segunda-feira (8), depois de mais de 1 hora de negociações. A administração descartou a possibilidade de aumento para a categoria, que mantém a greve iniciada às 7 horas da manhã. 

Representando dos trabalhadores na mesa de negociação, a comissão foi formada por dirigentes do SISMMAR e socorristas. Representaram a administração os secretários José Luiz Bovo (Fazenda) e Gilmar Silva (Recursos Humanos) e o procurador-geral, Luiz Manzato. O prefeito Roberto Pupin (PP), que viaja hoje para Brasília, não participou das negociações.

Na reunião, Bovo foi taxativo na recusa em conceder aumento aos servidores do Samu. O secretário alegou que a reivindicação será contemplada apenas na revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR), previsto para o fim deste ano. Diante da negativa, os socorristas pediram o pagamento de gratificação mensal de R$ 450 para todos os servidores do Samu até a efetivação do PCCR.

Quanto às reivindicações por melhorias no serviço, os servidores aceitaram as propostas da prefeitura – entre as quais está a ampliação da frota de ambulâncias –, que levarão de 60 a 90 dias para serem implementadas. Em contrapartida, a categoria passa a exigir o pagamento da gratificação já no próximo salário.

O secretariado informou que consultará o prefeito Pupin sobre a gratificação. Resposta é aguarda pelo SISMMAR até esta terça-feira. Enquanto isso, os trabalhadores seguem com a greve por tempo indeterminado, com atos de protesto junto à comunidade maringaense e em frente ao Paço Municipal.

Avanços
A comissão deixou a mesa de negociação com uma conquista. A administração se comprometeu a pagar insalubridade em grau máximo (40%) para socorristas que trabalham externamente. Quem faz trabalhos internos receberá 20% de insalubridade.

Greve do Samu: administração chama sindicato para negociar

Gente do primeiro escalão da Prefeitura já havia informado de que não havia como conceder, antes do final do ano, aumento salarial para o Samu – apesar do risco de greve. Agora, com a grande mobilização dos servidores e ampla repercussão na imprensa, a administração se dispôs a negociar.

Pouco depois das 14 horas, uma comissão formada por dirigentes sindicais e socorristas do Samu foi chamada para reunião com secretários municipais no RH da Prefeitura. A expectativa é de que a administração municipal tenha proposta concreta a fazer. O prefeito Pupin não participa da reunião.

Grande grupo de servidores segue diante do Paço Municipal, em protesto contra os baixos salários e falta de condições de trabalho. Fotos do movimento, abaixo.
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Leia mais sobre a greve do Samu.

E aí Pupin, R$ 1.100 é muito para um socorrista do Samu?

A Prefeitura Municipal, por meio de sua assessoria de imprensa, encaminhou nota aos veículos de comunicação informando que já atendeu a várias reivindicações feitas pelos servidores do Samu por meio do SISMMAR. Contudo, a administração não deu detalhes sobre avanços salariais.

Os servidores do Samu ganham em torno de R$ 1.100 por jornada de 40 horas semanais e, por isso, precisam ter mais de um emprego para sustentar suas famílias. A reivindicação é de, pelo menos, R$ 1.400. Em Londrina, profissionais do Samu ganham, no mínimo, R$ 1.800 por 30 horas semanais. No cálculo por custo de hora trabalhada, Londrina paga o dobro que Maringá aos socorristas do Samu.

Isso pra não comparar o salário do Samu de Maringá aos rendimentos dos CCs. Veja aqui (no cartaz) a discrepância. 

Abaixo, fotos da concentração feita nesta segunda-feira (8), às 7 horas, quando foi deflagrada a greve do Samu.
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Greve do Samu tem ampla cobertura da imprensa

Jamais os problemas do Samu – e os péssimo salários pagos aos socorristas – estiveram tão escancarados. Desde o início da manhã desta segunda-feira (8), quando foi deflagrada, a greve do Samu tem ampla cobertura da imprensa. Os principais veículos de comunicação da cidade e do Estado estão repercutindo a luta dos trabalhadores do Samu. Veja abaixo:

* O Diário: Cerca de 90% dos servidores do Samu de Maringá estão em greve, diz Sismmar
* CBN: Servidores do Samu entram em greve em Maringá
* G1: Servidores do Samu paralisam em Maringá por reajuste salarial
* Blog do Rigon: Começa a paralisação do Samu
* Gazeta Maringá: Servidores do Samu de Maringá entram em greve
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Entre as emissoras, Rede Massa (SBT), TV Cesumar, RPC (Globo), TV Maringá (Band), Pinga Fogo, RIC (Record) fizeram cobertura da greve. As matérias devem ir ao ar em seus noticiários, ao logo do dia.

Curiosa quanto aos protestos feitos diante do Paço Municipal, a população tem sido informada sobre as reivindicações da categoria também por meio de panfletagem.


Entenda mais sobre a greve em panfleto entregue à população

Como parte do ato de protesto dos servidores(as) do Samu diante do Paço Municipal, neste primeiro dia de greve da categoria, um panfleto está sendo entregue à população. Nele estão informações sobre a luta da categoria e o quão baixo são os salários dos socorristas, tão desvalorizados por Pupin, na comparação com os cargos comissionados (CCs) – esses, sim, MUITO valorizados.


Leia mais sobre a greve do Samu.

Depois de oito anos de achatamento salarial, greve do Samu é culpa do prefeito

Os servidores(as) do Samu se cansaram de esperar e partiram para a luta por melhores condições de trabalho e remuneração digna. Depois de oito anos de achatamento salarial, de falta de condições de trabalho e de promessas não cumpridas pela administração, o Samu está nas ruas para mostrar à população as dificuldades da categoria. 

Vice-presidente de SISMMAR, Solange Marega
discursa à categoria diante do Paço Municipal

Resultado da falta de consideração e respeito de Pupin para com os servidores que têm por ofício salvar vidas, a greve do Samu pode continuar por tempo indeterminado.

Diante do Paço Municipal, em coro e bom tom, socorristas gritam que a paralisação é culpa do prefeito, que ainda não deu as caras pra negociar. Os trabalhadores(as), que começaram o manifesto diante da entrada do Paço, por volta das 10 horas rumaram para diante da janela do Gabinete do Prefeito.

Protestos no Paço vão continuar até que o prefeito
Pupin aceite negociar com a categoria

Mega fone é usado nas palavras de ordem, com intenso apitaço. Faixas são utilizadas para mostrar a luta da categoria, que também entrega panfletos à população.

Tem início greve do Samu

Começou na manhã desta segunda-feira (8), às 7 horas, a paralisação dos servidores(as) do Samu. Na concentração, realizada na esquina do Hospital Municipal, os trabalhadores decidiram entrar em greve, por tempo indeterminado, depois que a presidenta do SISMMAR, Iraídes Baptistoni, leu o ofício enviado pelo prefeito Pupin (PP) à categoria.

Momentos antes da grave ser deflagrada, Iraídes lê ofício em
que Pupin se recusa a pagar salário justo aos socorristas do Samu
 A administração municipal não apresentou avanços, alegando não ser possível reajustar os salários dos socorristas do Samu antes de novembro. A resposta do prefeito deixou indignada a categoria que, já em greve, partiu para protestos diante do Paço Municipal. O manifesto deve permanecer enquanto o prefeito não aceitar receber o sindicato e uma comissão de socorristas para o diálogo.

Carreata com buzinaço da sede do Samu até o Paço Municipal,
onde SISMMAR coordena manifestos e panfletagem da categoria
Desde a concentração no início da manhã até os atos defronte o Paço Municipal, a greve vem tendo boa cobertura da imprensa.