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| Categoria conquista avanços, encerra paralisação, mas mantém estado de greve |
Em ofício entregue à comissão de negociação, formada por dirigentes do SISMMAR e socorristas, Pupin aceita a redução da jornada de trabalho – de 40 para 36 horas semanais (6 horas por dia) – dos teleatendentes e controladores de frota do Samu. Em busca desse benefício, o SISMMAR já havia ingressado na Justiça contra a Prefeitura.
Também formalmente, Pupin prometeu que o Samu será uma das três prioridades na revisão do Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR), que tem implementação prevista para novembro. As outras prioridades, elencadas pela comissão do PCCR (da qual o SISMMAR faz parte) e acatadas pela administração municipal, são:
- Incorporar ao salário base o abono de R$ 200, que já é pago a todos os servidores do município;
- Incluir as auxiliares de creche no PCCR específico do Magistério.
O compromisso de Pupin também inclui realização de melhorias nas condições de trabalho, como a compra de mais ambulâncias e local adequado para limpeza das viaturas, dentro do prazo acordado com o sindicato. Apesar do fim da paralisação, o estado de greve será mantido, o que significa que a greve pode ser deflagrada, novamente, caso o prefeito não cumpra com sua palavra.

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