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| Projeto de Lei que precariza as condições de trabalho foi suspenso por 5 sessões |
Representantes dos trabalhadores, do Tribunal Superior do
Trabalho (TST), da Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (ANAMATRA),
da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT) e diversos deputados
desmontaram as propostas e intenções dos empresários contidas no projeto e, com
argumentação consistente, o que ele representará para a classe trabalhadora.
A mobilização da militância cutista inverteu a correlação de
forças, que até então era favorável à aprovação do PL 4330/04. O projeto, que
poderia ser levado direto ao Plenário da Câmara, volta à sua tramitação normal
na CCJ com um prazo de cinco sessões para apreciação, seguindo depois para o
Plenário da Câmara. O que muda? O compromisso de um número crescente de
partidos e parlamentares de não votar essa proposta.
Os trabalhadores disseram não à exploração do capital, não
às jornadas extensas e mal remuneradas, não às péssimas condições de saúde e
segurança, não ao assedio moral, não à falta de proteção social e à
rotatividade, não ao calote e ao desrespeito, não a esta mentira chamada PL
4330/04. E continuarão alerta: a CUT, sua militância e os 89 deputados federais
do PT estarão em alerta contra qualquer tentativa de votar na surdina esse
projeto.
Fonte: Confetam
Fonte: Confetam

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