Depois da ampla cobertura na greve do Samu, a imprensa marcou presença novamente no dia de paralisação dos engenheiros, arquitetos e agrimensores do município. A participação dos profissionais de imprensa e a publicação de suas matérias em sites, jornais, rádios e emissoras de TV é de suma importância para que a população saiba mais sobre a falta de valorização dos servidores municipais.
Abaixo, fotos de jornalistas que marcaram presença na paralisação desta sexta-feira (12).
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
Governo Pupin veta gratificação e se recusa a pagar piso dos engenheiros
No dia de paralisação, além de protestar contra a terceirização de serviços, engenheiros, arquitetos e agrimensores da Prefeitura de Maringá pedem o pagamento da gratificação por responsabilidade técnica. O benefício, que dobraria o rendimento dos servidores da categoria, foi aprovado na Câmara Municipal, mas vetado pelo prefeito Pupin (PP).
A gratificação compensaria um problema criado pela administração municipal, que se recusa a respeitar o piso salarial da categoria. Na Prefeitura de Maringá, o salário base inicial de um engenheiro é de aproximadamente R$ 2,7 mil – valor que corresponde a apenas 41% do piso dos engenheiros, de R$ 6,5 mil.
Abaixo, fotos do dia de paralisação.
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Assim como ocorre com os socorristas do Samu, Pupin tem alegado que reivindicações salariais serão atendidas no Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR), previsto para ser efetivado em novembro – após ser prometido por oito anos pelo ex-prefeito Silvio Barros (PP).
"Se o PCCR não sair do papel em novembro, não tenham dúvida de que haverá uma grande greve na prefeitura", disse a vice-presidente do SISMMAR, Solange Marega, em discurso diante do Paço Municipal. A revisão do PCCR beneficiaria cerca de 10 mil servidores municipais.
A gratificação compensaria um problema criado pela administração municipal, que se recusa a respeitar o piso salarial da categoria. Na Prefeitura de Maringá, o salário base inicial de um engenheiro é de aproximadamente R$ 2,7 mil – valor que corresponde a apenas 41% do piso dos engenheiros, de R$ 6,5 mil.
Abaixo, fotos do dia de paralisação.
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Assim como ocorre com os socorristas do Samu, Pupin tem alegado que reivindicações salariais serão atendidas no Plano de Carreira, Cargos e Remuneração (PCCR), previsto para ser efetivado em novembro – após ser prometido por oito anos pelo ex-prefeito Silvio Barros (PP).
"Se o PCCR não sair do papel em novembro, não tenham dúvida de que haverá uma grande greve na prefeitura", disse a vice-presidente do SISMMAR, Solange Marega, em discurso diante do Paço Municipal. A revisão do PCCR beneficiaria cerca de 10 mil servidores municipais.
Paralisação dos engenheiros tem adesão de 90%
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| Paralisação com direito a enterro simbólico, diante do Paço Municipal |
Leia mais sobre o dia de paralisação.
A segunda paralisação enfrentada por Pupin esta semana – a outra foi a greve do Samu, que durou 54 horas –, tem entrega de panfletos à população e apitaço. Por volta das 9 horas, vestidos de preto, engenheiros, arquitetos e agrimensores fizeram um enterro simbólico, dando as mãos ao redor de um caixão disposto poucos metros da entrada principal do Paço Municipal. Alguns dos servidores usaram capacetes de obras e nariz de palhaço.
Às 10 horas, o ato foi repetido próximo à entrada do Auditório Hélio Moreira, onde acontecia um evento da Saúde. Um funcionário em cargo comissionado tentou impedir o apitaço, mas recuou diante da indignação da categoria. O SISMMAR espera que Pupin se disponha a discutir as reivindicações da categoria.
SISMMAR organiza segunda paralisação de servidores esta semana
Engenheiros, arquitetos e agrimensores da Prefeitura de Maringá, cumprindo com o que foi deliberado na assembleia da categoria, fazem nesta sexta-feira (12) um dia de paralisação. A concentração começou às 8 horas diante no Paço Municipal, onde até as 17 horas serão realizados protestos em função da falta de valorização profissional da atual administração.
No dia de paralisação, organizado pelo SISMMAR, a categoria pede o pagamento de gratificação por responsabilidade técnica. O benefício foi aprovado pela Câmara Municipal, mas o projeto de lei foi vetado pelo prefeito Pupin (PP).
Leia mais sobre a paralisação da categoria.
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| Engenheiros e arquitetos: manifestos diante do Paço Municipal vão prosseguir até as 17 horas desta sexta-feira |
Leia mais sobre a paralisação da categoria.
quinta-feira, 11 de julho de 2013
Engenheiros e arquitetos da prefeitura vão parar atividades nesta sexta
O prefeito Pupin (PP) enfrentou esta semana a primeira greve de seu governo. Mas não são apenas os servidores do Samu que estão descontentes com a falta de condições adequadas de trabalho e com os baixos salários.
Engenheiros, arquitetos e agrimensores da prefeitura também decidiram mostrar à população alguns dos problemas enfrentados pela categoria, que decidiu parar as atividades nesta sexta-feira (12).
O dia de protesto dos engenheiros, arquitetos e agrimensores foi aprovado em assembleia realizada pelo SISMMAR, na última terça-feira (9). Na ocasião, a categoria entendeu que era preciso parar as atividades para protestar contra problemas como a terceirização de serviços, no valor de R$ 7,5 milhões. Dinheiro que poderia ser investido em profissionais concursados.
A concentração acontecerá em frente ao Paço Municipal, na Avenida XV de Novembro, às 8 horas. Todos os profissionais da categoria comparecerão vestindo roupas pretas e alguns deles usarão capacetes de obras. Na linha do que fizeram os socorristas do Samu, eles também farão panfletagem para explicar a população os motivos da paralisação.
Abaixo, o panfleto a ser distribuído.
Engenheiros, arquitetos e agrimensores da prefeitura também decidiram mostrar à população alguns dos problemas enfrentados pela categoria, que decidiu parar as atividades nesta sexta-feira (12).
O dia de protesto dos engenheiros, arquitetos e agrimensores foi aprovado em assembleia realizada pelo SISMMAR, na última terça-feira (9). Na ocasião, a categoria entendeu que era preciso parar as atividades para protestar contra problemas como a terceirização de serviços, no valor de R$ 7,5 milhões. Dinheiro que poderia ser investido em profissionais concursados.
A concentração acontecerá em frente ao Paço Municipal, na Avenida XV de Novembro, às 8 horas. Todos os profissionais da categoria comparecerão vestindo roupas pretas e alguns deles usarão capacetes de obras. Na linha do que fizeram os socorristas do Samu, eles também farão panfletagem para explicar a população os motivos da paralisação.
Abaixo, o panfleto a ser distribuído.
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