Depois de tanta demora e insistência, as ambulâncias cedidas pelo Ministério da Saúde e que estavam paradas no pátio da Setrans, desde dezembro, já começaram a rodar nesta quinta-feira, 13. As viaturas amenizam o problema em Maringá, mas é fato que ainda há muito para se investir no Samu.
Parabenizamos aos servidores (a) que não se calaram e fizeram valer a sua reivindicação e sempre procuraram o sindicato para juntos lutarmos pela categoria. Salientamos que a prefeitura ainda não cumpriu o seu acordo, que inclusive está protocolado em ofício, de aumentar o efetivo de ambulâncias, condição esta para que a greve do Samu no ano passado fosse encerrada.
A luta não pode parar, não podemos dar folga, ou então veremos a saúde sucateada, como vimos nesta semana, veículos improvisados para atender a 3ª maior economia do Paraná, prejudicando o trabalhador (as), a população, o cidadão de bem que paga os seus impostos, mas infelizmente, não vê o retorno.
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
terça-feira, 11 de fevereiro de 2014
Novamente palavras ao vento e Samu segue em estado grave
É no mínimo lamentável. A administração mais uma vez prova seu total descaso com a saúde da população e também com os servidores municipais. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) está operando com apenas duas viaturas, utilizadas para o transporte de pacientes e que não oferecem suporte para atendimentos complexos.
Nesta terça-feira, 11, os trabalhadores (as) do Samu prestaram socorro a dois munícipes em estado grave, com estas duas ambulâncias improvisadas. Dirigentes do SISMMAR acompanharam um destes atendimentos e a situação foi alarmante. Mauro Guerra, 68, que faz sessões de hemodiálise e possui problemas cardíacos, esperou quase uma hora pelo atendimento.
Por temerem situações mais graves e por serem obrigados a prestar socorro com estas viaturas, os servidores (as) emitiram um documento, no qual solicitam que a chefia se responsabilize por eventuais riscos à saúde dos pacientes. É desta forma que a administração demonstra que a mudança continua, colocando em risco a vida do cidadão e submetendo os servidores (as) à condições precárias de trabalho. Estamos cansados de tanta irresponsabilidade e falta de respeito!
É importante ressaltar que uma das condições para o fim da greve do Samu em julho do ano passado, era a licitação para a compra de novas ambulâncias, pela prefeitura, o que ainda não aconteceu. Além disso, as ambulâncias cedidas pelo Ministério da Saúde deveriam estar rodando, segundo o secretário de Fazenda/Gestão, José Luiz Bovo, já nesta segunda-feira, 9. Palavras ao vento, promessas e mais promessas e enquanto isso quem paga é a população e os servidores (as).
Nesta terça-feira, 11, os trabalhadores (as) do Samu prestaram socorro a dois munícipes em estado grave, com estas duas ambulâncias improvisadas. Dirigentes do SISMMAR acompanharam um destes atendimentos e a situação foi alarmante. Mauro Guerra, 68, que faz sessões de hemodiálise e possui problemas cardíacos, esperou quase uma hora pelo atendimento.
Por temerem situações mais graves e por serem obrigados a prestar socorro com estas viaturas, os servidores (as) emitiram um documento, no qual solicitam que a chefia se responsabilize por eventuais riscos à saúde dos pacientes. É desta forma que a administração demonstra que a mudança continua, colocando em risco a vida do cidadão e submetendo os servidores (as) à condições precárias de trabalho. Estamos cansados de tanta irresponsabilidade e falta de respeito!
É importante ressaltar que uma das condições para o fim da greve do Samu em julho do ano passado, era a licitação para a compra de novas ambulâncias, pela prefeitura, o que ainda não aconteceu. Além disso, as ambulâncias cedidas pelo Ministério da Saúde deveriam estar rodando, segundo o secretário de Fazenda/Gestão, José Luiz Bovo, já nesta segunda-feira, 9. Palavras ao vento, promessas e mais promessas e enquanto isso quem paga é a população e os servidores (as).
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Após reunião secretário afirma que novas unidades do Samu estarão rodando ainda hoje
Em reunião com o secretário de Fazenda/Gestão, José Luiz Bovo, dirigentes do SISMMAR cobraram uma resposta a falta de ambulâncias no Samu. Diante da promessa de que as unidades cedidas pelo Ministério da Saúde estariam rodando já nesta segunda-feira, 9, novamente a situação se repetiu neste domingo, e o serviço operou com apenas uma unidade básica para atender toda a cidade.
Bovo afirmou que ainda hoje as ambulâncias estarão rodando. Esperamos que esta não seja mais uma promessa, pois os servidores (as) que lutam diariamente apesar das condições impostas pela administração, estão revoltados com tamanho descaso. Além disso, a população não merece ser tratada com tamanha morosidade e falta de respeito.
Bovo afirmou que ainda hoje as ambulâncias estarão rodando. Esperamos que esta não seja mais uma promessa, pois os servidores (as) que lutam diariamente apesar das condições impostas pela administração, estão revoltados com tamanho descaso. Além disso, a população não merece ser tratada com tamanha morosidade e falta de respeito.
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
O desrespeito com a população continua!
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) opera novamente com capacidade mínima, apenas uma viatura básica e uma avançada. É notório o desrespeito com o serviço que é de utilidade pública. Até quando a administração irá tapar os olhos diante de tamanha falta de respeito à vida?
Na noite de ontem um noticiário de repercussão nacional informou que, "um relatório da Controladoria-Geral da União mostra a falta de transparência nos gastos com o Samu no país. A maioria das unidades não presta contas sobre o uso do dinheiro repassado pelo Ministério da Saúde para atender emergências médicas". Leia aqui reportagem na íntegra.
Será que isto ocorre em Maringá também?
Os dirigentes do SISMMAR vão encaminhar esta situação ao Conselho Municipal de Saúde cobrando providências. Lembramos ainda, que a aquisição de novas unidades foi uma das promessas da administração para que a greve deflagrada em julho de 2013 fosse suspensa.
Na noite de ontem um noticiário de repercussão nacional informou que, "um relatório da Controladoria-Geral da União mostra a falta de transparência nos gastos com o Samu no país. A maioria das unidades não presta contas sobre o uso do dinheiro repassado pelo Ministério da Saúde para atender emergências médicas". Leia aqui reportagem na íntegra.
Será que isto ocorre em Maringá também?
Os dirigentes do SISMMAR vão encaminhar esta situação ao Conselho Municipal de Saúde cobrando providências. Lembramos ainda, que a aquisição de novas unidades foi uma das promessas da administração para que a greve deflagrada em julho de 2013 fosse suspensa.
quarta-feira, 5 de junho de 2013
Mais cinco ambulâncias para o Samu? Ver para crer
Esteve em pauta na reunião da Comissão de Assistência do Conselho Municipal de Saúde (CMS), ontem (4), a avaliação de relatório do Samu. Várias demandas foram analisadas.
Presente à reunião, a diretora-geral da Secretaria Municipal de Saúde, Marly Regina Maçaneiro, informou a conselheiros do CMS que o prefeito Pupin chamou para reunião secretários de Saúde, Gestão e Serviços Públicos, além do gerente do Samu, para tratar de problemas no serviço de socorro.
Uma das determinações foi de que a Prefeitura comprará cinco novas ambulâncias, o que poderia reduzir o problema da falta de viaturas. Dias atrás, apenas uma ambulância atendia toda a cidade.
O problema foi que Regina, sugeriu que os trabalhadores(as) do Samu se importam apenas com seus salários e não com a qualidade do serviço. A maioria das reivindicações dos socorristas é, justamente, por melhorias das condições de trabalho.
Segundo Regina, a administração se comprometeu a apresentar posicionamento sobre outras reivindicações da categoria até sexta-feira, quando acontece assembleia com servidores do Samu.
Presente à reunião, a diretora-geral da Secretaria Municipal de Saúde, Marly Regina Maçaneiro, informou a conselheiros do CMS que o prefeito Pupin chamou para reunião secretários de Saúde, Gestão e Serviços Públicos, além do gerente do Samu, para tratar de problemas no serviço de socorro.
Uma das determinações foi de que a Prefeitura comprará cinco novas ambulâncias, o que poderia reduzir o problema da falta de viaturas. Dias atrás, apenas uma ambulância atendia toda a cidade.
O problema foi que Regina, sugeriu que os trabalhadores(as) do Samu se importam apenas com seus salários e não com a qualidade do serviço. A maioria das reivindicações dos socorristas é, justamente, por melhorias das condições de trabalho.
Segundo Regina, a administração se comprometeu a apresentar posicionamento sobre outras reivindicações da categoria até sexta-feira, quando acontece assembleia com servidores do Samu.
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