A abertura dos trabalhos da 10ª Conferência Municipal de Saúde, na sexta-feira (21), teve uma cena lamentável e condenável. Para surpresa da vice-presidente do SISMMAR, Solange Marega, e de vários outros trabalhadores, servidores(as) do Samu foram proibidos de adentrar no local de evento por comissionados do alto escalão de Pupin (PP). Eles portavam faixas para expressar a grande insatisfação da categoria com a falta de condições de trabalho e salários dignos.
Leia mais sobre a Conferência de Saúde
Veja o momento em que Samu foi barrado
Solange, que esteve em todas as conferências municipais e também já participou de etapas estaduais e nacionais, diz jamais ter visto tamanha intolerância numa edição da conferência. A atitude desses comissionados do primeiro e segundo escalão da Prefeitura não mostra só falta de preparo, mas também uma agressão à democracia.
Os comissionados tentaram alegar que o lugar era privado. Oras, mas se o evento é público, todo cidadão têm direito de participar e também de fazer seu manifesto pacífico. Alguns políticos, como esses citados CCs, parecem não estar ouvindo o recado dado nas ruas.
Orientados pela dirigente do SISMMAR, os servidores do Samu não arredaram o pé do local e fizeram enfrentamento pacífico, na luta pelos seus direitos como cidadãos. Eles só conseguiram adentrar ao local do evento após intervenção do vereador Carlos Mariucci (PT), que estava presente na conferência.
O SISMMAR reforça que a atual diretoria do sindicato prima pelo diálogo e que, jamais, promoveu ou participou de manifestos abusivos. E mais, conferências de saúde costumam sem marcadas por protestos. A administração municipal deveria selecionar CCs mais equilibrados para acompanhar eventos de grande importância como esse.
Mostrando postagens com marcador abuso. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador abuso. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 24 de junho de 2013
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Abusos por parte da Guarda?
Na sessão ordinária desta terça-feira (11), que foi marcada pela retirada do orçamento da pauta do dia, um outro assunto chamou a atenção: a forma truculenta encontrada pela administração Barros para tratar os servidores(as) municipais. Desta vez, a Guarda Municipal foi usada para esse propósito.
Numa sessão com poucas pessoas – a maioria servidores(as), presentes no plenário para cobrar a aprovação da emenda do PCCR –, a administração encaminhou à Câmara grande efetivo de guardas
municipais. Intimidação? Bem provável!
Não havia a necessidade da presença de grande número de guardas, como ocorreu no dia anterior, na audiência pública. Os guardas poderiam estar, muito bem, prestando outros serviços à comunidade.
Na entrada da Câmara, servidoras que foram ao plenário acompanhar a sessão tiveram suas bolsas revistadas pela equipe coordenada pelo chefe da Guarda, Rogério Melo. Fica a pergunta: precisava tudo isso? E mais: para que serve uma porta com detector de metais? Nas agências bancárias, que possuem esse equipamento, os clientes não são revistados na entrada. Fato lamentável.
| Sessão ordinária da Câmara nesta terça-feira (11): gardas municipais demais para público de menos no plenário |
Numa sessão com poucas pessoas – a maioria servidores(as), presentes no plenário para cobrar a aprovação da emenda do PCCR –, a administração encaminhou à Câmara grande efetivo de guardas
municipais. Intimidação? Bem provável!
Não havia a necessidade da presença de grande número de guardas, como ocorreu no dia anterior, na audiência pública. Os guardas poderiam estar, muito bem, prestando outros serviços à comunidade.
Na entrada da Câmara, servidoras que foram ao plenário acompanhar a sessão tiveram suas bolsas revistadas pela equipe coordenada pelo chefe da Guarda, Rogério Melo. Fica a pergunta: precisava tudo isso? E mais: para que serve uma porta com detector de metais? Nas agências bancárias, que possuem esse equipamento, os clientes não são revistados na entrada. Fato lamentável.
Assinar:
Postagens (Atom)
