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segunda-feira, 24 de junho de 2013

CCs de Pupin tentam barrar participação do Samu na Conferência de Saúde

A abertura dos trabalhos da 10ª Conferência Municipal de Saúde, na sexta-feira (21), teve uma cena lamentável e condenável. Para surpresa da vice-presidente do SISMMAR, Solange Marega, e de vários outros trabalhadores, servidores(as) do Samu foram proibidos de adentrar no local de evento por comissionados do alto escalão de Pupin (PP). Eles portavam faixas para expressar a grande insatisfação da categoria com a falta de condições de trabalho e salários dignos.

Leia mais sobre a Conferência de Saúde
Veja o momento em que Samu foi barrado


Solange, que esteve em todas as conferências municipais e também já participou de etapas estaduais e nacionais, diz jamais ter visto tamanha intolerância numa edição da conferência. A atitude desses comissionados do primeiro e segundo escalão da Prefeitura não mostra só falta de preparo, mas também uma agressão à democracia.

Os comissionados tentaram alegar que o lugar era privado. Oras, mas se o evento é público, todo cidadão têm direito de participar e também de fazer seu manifesto pacífico. Alguns políticos, como esses citados CCs, parecem não estar ouvindo o recado dado nas ruas.

Orientados pela dirigente do SISMMAR, os servidores do Samu não arredaram o pé do local e fizeram enfrentamento pacífico, na luta pelos seus direitos como cidadãos. Eles só conseguiram adentrar ao local do evento após intervenção do vereador Carlos Mariucci (PT), que estava presente na conferência.

O SISMMAR reforça que a atual diretoria do sindicato prima pelo diálogo e que, jamais, promoveu ou participou de manifestos abusivos. E mais, conferências de saúde costumam sem marcadas por protestos. A administração municipal deveria selecionar CCs mais equilibrados para acompanhar eventos de grande importância como esse.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Abusos por parte da Guarda?

Na sessão ordinária desta terça-feira (11), que foi marcada pela retirada do orçamento da pauta do dia, um outro assunto chamou a atenção: a forma truculenta encontrada pela administração Barros para tratar os servidores(as) municipais. Desta vez, a Guarda Municipal foi usada para esse propósito.

Sessão ordinária da Câmara nesta terça-feira (11): gardas
municipais demais para público de menos no plenário


Numa sessão com poucas pessoas – a maioria servidores(as), presentes no plenário para cobrar a aprovação da emenda do PCCR –, a administração encaminhou à Câmara grande efetivo de guardas
municipais. Intimidação? Bem provável! 

Não havia a necessidade da presença de grande número de guardas, como ocorreu no dia anterior, na audiência pública. Os guardas poderiam estar, muito bem, prestando outros serviços à comunidade.

Na entrada da Câmara, servidoras que foram ao plenário acompanhar a sessão tiveram suas bolsas revistadas pela equipe coordenada pelo chefe da Guarda, Rogério Melo. Fica a pergunta: precisava tudo isso? E mais: para que serve uma porta com detector de metais? Nas agências bancárias, que possuem esse equipamento, os clientes não são revistados na entrada. Fato lamentável.