Os servidores reforçaram que estão descontentes e frustrados
e esperam a solução imediata deste quadro de disfunção. O SISMMAR reitera que
vai continuar agindo em defesa do servidor público. No entendimento da
diretoria do sindicato, a administração municipal deve seguir as diretrizes e
normas nacionais de segurança pública, além de investir no aperfeiçoamento dos
profissionais que atuam nesta área.
Entenda o caso
A guarda municipal foi criada em 2007. Até então os
servidores atuavam como vigilantes patrimoniais, porém, após a transposição, a
segurança pública também foi incluída como atribuição. O caso foi denunciado ao Ministério Público. A reclamação se
transformou em uma ação civil pública e foi encaminhada ao Tribunal de Justiça
do Paraná. No colegiado, por unanimidade, os 17 desembargadores entenderam que
a situação dos servidores é irregular. O
procurador geral da Prefeitura de Maringá, Luiz Carlos Manzato, disse em
entrevista a um veículo de comunicação, que está aguardando o acórdão (resumo da decisão),
para definir quais procedimentos serão tomados.
Reforçamos que o SISMMAR se coloca sempre a disposição e luta para preservar a dignidade do servidor público maringaense!
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